Coletiva de Imprensa do United Cube no Brasil

entrevista - 27.12.2011 22:01

BEAST, 4Minute e G.NA falam um pouco sobre suas perspectivas e o show no Brasil.

Em 13 de dezembro, o United Cube Concert fez sua passagem pelo Brasil, o que marcou a data do primeiro show oficial de K-pop em nosso país. A turnê do United Cube passou por Seul, Tóquio, Londres e São Paulo, contando com a presença dos artistas 4Minute, BEAST e G.NA, incluindo também A Pink, Huh Gak e Mario no show da Coreia do sul.

O concerto United Cube no Brasil foi realizado por uma das maiores empresas de entretenimento da Coreia do Sul, a CJ E&M, junto ao selo Cube Entertainment e organizado pela GEO Eventos.

A coletiva ocorreu algumas horas antes do show e contou com a presença dos artistas da Cube, inclusive Gi Kwang do BEAST que se acidentou antes da vinda ao Brasil e chegou à coletiva usando muletas, auxiliado pelos outros membros. Todos os artistas demonstraram enorme simpatia e pareciam estar muito felizes com a vinda ao Brasil, e, ao mesmo tempo, surpresos pela quantidade de fãs que encontraram por aqui.

Após uma breve sessão de fotos, os artistas responderam algumas perguntas da imprensa.

Qual foi a primeira impressão que vocês tiveram do Brasil e como vocês se sentem estando aqui pela primeira vez?

G.NA: É um imenso prazer estar representando a Coreia e a Cube como o primeiro artista fazendo um concerto desse tamanho. Eu espero que dê tudo certo e que possa mostrar muitas coisas para vocês aqui no Brasil. Estou me preparando muito para isso e vou fazer o meu máximo para mostrar muitas coisas para vocês.

Ji Hyun (4Minute): Agradecemos muito também por este concerto estar acontecendo pela primeira vez em nome dos artistas coreanos. Estou muito feliz em saber que poderei conhecer os fãs brasileiros que só conhecia pelas redes sociais. Como foi difícil de fazer este encontro acontecer, espero passar um tempo muito bom com todos esses fãs.

Gi Kwang (BEAST): Eu estava com tanta saudade de ver os fãs brasileiros, que fiz um voo de trinta horas para vir até aqui. Foi longo, mas vamos ver. (risos) Como foi bem difícil chegar até aqui, nós queremos dar o nosso máximo nesse momento único que teremos com os fãs brasileiros. Além dos fãs brasileiros, nós esperamos encontrar muitos outros e fazer o nosso melhor. Obrigado! (risos)

Nós sabemos que o 4Minute tem muitos fãs aqui no Brasil. Qual foi a reação de vocês em relação ao concerto?

Ga Yoon (4Minute): Como para nós é a primeira vez no Brasil, nos esforçamos muito em estudar sobre o Brasil, a cultura e a língua brasileira, então para valer todo esse esforço nós vamos nos esforçar ainda mais para tentar mostrar tudo o que tentamos fazer.

G.NA, qual foi a sua impressão de estar aqui no Brasil e qual imagem o Brasil tem na Coreia?

G.NA: Eu vi uma paixão muito grande no Brasil. A partir do momento em que eu pisei no aeroporto, senti que a paixão é muito grande. Vendo todo mundo carregando meu nome, minhas fotos, e esse tipo de fanatismo, notei que todos têm realmente uma paixão muito grande por nós. Na verdade, eu nem sabia da existência de todos esses fãs no Brasil, que tinham tantos assim, então fiquei muito surpresa ao ver tudo isso.

BEAST, qual foi a reação dos outros artistas coreanos em relação a este concerto?

Jun Hyung (BEAST): Nós já achamos muito surpreendente estarmos vindo para o Brasil, um grupo coreano fazer um concerto desse tamanho e dessa intensidade, então os outros artistas também se surpreenderam com esse fato. Todo mundo sabe que o BEAST é um grupo que ama futebol, então pra nós, em especial, foi bem legal ficar sabendo o que era o Brasil.

Doo Joon (BEAST): Obrigado! (risos)

Hyuna e Hyun Seung estão representando um unit group da Cube, chamado Trouble Maker. Poderiam nos falar um pouco sobre isso?

Hyun Seung (BEAST): No nosso dueto, nós tentamos mostrar esse nosso estilo sexy. E como o nome do grupo é Trouble Maker, nós estamos tentando fazer com que a apresentação seja algo mais diferente e mais ousado, para mostrar que realmente representa o nome da dupla.

Há pouco tempo ocorreu o festival mundial de grupos de dança que fazem cover de K-pop. Qual a opinião de vocês quanto a estes conteúdos que os fãs preparam e distribuem na internet? E há algum vídeo memorável produzido por fãs?

Hyuna (4Minute): Eu percebi que a paixão realmente é muito grande através desses vídeos e festivais de dança cover, e vejo que existem alguns grupos que são até melhores que nós, eu acho. É difícil escolher apenas um que seja melhor, porque é realmente difícil, assistirem uma ou duas vezes, e copiarem igualmente. É bem admirável isso.

Por que fazer um voo de trinta horas para vir até a América Latina, sendo este um voo tão cansativo e difícil de fazer?

Yo Seob (BEAST): Onde estiverem fãs procurando pela gente, nós queremos ir. Então, nós viemos exatamente por este motivo.

O Trouble Maker é um projeto permanente ou apenas temporário? Foi divulgado, também, em algumas mídias, que a coreografia de Trouble Maker teria sido censurada, isso é verdade? Se sim, o que vocês pensam sobre isso?

Hyuna: Primeiramente, sobre a polêmica que houve em relação a nossa performance, nós achamos que, como depende do ponto de vista de cada um, nós esperamos que aceitem da melhor maneira possível. E se, além do Brasil, em outros países, o Trouble Maker continuar sendo mundialmente procurado e amado, nós gostaríamos de continuar com certeza!

Vocês já visitaram vários países, entre eles o Japão. Vocês puderam notar diferenças do público em relação aos fãs coreanos?

Dong Woon (BEAST): Eu acho que não há muita diferença, até porque ainda não fizemos o show e não sabemos como vai ser. A única diferença para nós, até agora, é que não conseguimos nos comunicar, porque o português é bem difícil. (risos) Acreditamos que a música é algo que une todo o mundo, independentemente da língua e da cultura. Então, achamos que nada seria um problema para nós em relação aos fãs.

Quais as expectativas para o show de hoje à noite? Vocês sabiam que há fãs desde a madrugada esperando por vocês?

So Hyun (4Minute): A nossa expectativa é muito grande, principalmente após ver a reação dos fãs no aeroporto. Estamos realmente surpresos em saber que os fãs estão esperando desde a madrugada, porque não é algo muito comum para nós, e não estávamos esperando por isso. Vamos dar o nosso máximo, e fazer o nosso melhor, para que toda essa espera seja compensada. Obrigada! (risos)

O que vocês acharam da música brasileira?

G.NA: Eu e a Ji Hyun ouvimos pela primeira vez na rádio uma música que achamos que é samba, não temos certeza. (risos) Achamos o ritmo bem diferente do que escutamos até agora. Nosso presidente recebeu um CD de samba e queremos escutar um pouco melhor na volta pra saber o que é realmente. Eu acho que samba é uma música que alegra muito as pessoas, porque o som é rápido, com o ritmo muito mais acelerado, então achamos que combina muito com festas.

Agora que vocês sabem que têm público e que este público é grande, o que vocês pretendem fazer para consolidá-lo?

Ji Hyun: Por causa da distância, vamos continuar a tentar manter contato pelo Twitter e outras redes. É isso o que podemos fazer.

O KoME gostaria de agradecer à GEO Eventos pela oportunidade de cobrir a coletiva de imprensa e o show, e também, à Mariana Callado pela ajuda.
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